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02/03/2016 às 11:45 h

Dardista aguarda Bolsa-Atleta após obter liminar

Parintinense Jander Cardoso Nunes ainda não obteve resposta da Prefeitura de Manaus sobre o pagamento, mas alega cumprir todos os requisitos para ter direito à Bolsa-Atleta Municipal. FOTO: Reinaldo Okita.
Parintinense Jander Cardoso Nunes ainda não obteve resposta da Prefeitura de Manaus sobre o pagamento, mas alega cumprir todos os requisitos para ter direito à Bolsa-Atleta Municipal. FOTO: Reinaldo Okita.

A ‘novela’ dos atletas excluídos, no ano passado, do programa Bolsa-Atleta Municipal, da Prefeitura de Manaus, ganhou um novo capítulo e protagonista. O dardista parintinense Jander Cardoso Nunes, 30, recorreu à Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) e também conseguiu um Mandado de Segurança para voltar a receber o benefício, no valor de R$ 4 mil por mês.

Mas, diferente dos outros ‘excluídos’ do programa administrado pela Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), Nunes ainda não foi notificado sobre o cumprimento decisão judicial por parte da Prefeitura. O mandado, do dia 18 de fevereiro, é assinado pelo desembargador Lafayette Carneiro Vieira Júnior.

No documento, o magistrado solicita o pagamento da Bolsa referente ao ano de 2015 ao informar que o dardista atende às novas exigências legais de cadastro no benefício. No ano passado, Jander Nunes e diversos atletas perderam o direito ao Bolsa-Atleta, depois que o decreto de n° 3.159, de 18 de agosto, alterou a Lei Municipal 1.515, de 2011, e acrescentou novos critérios para acesso ao programa. Das obrigações acrescentadas, estão a de ter sido convocado para a Seleção Brasileira e estar entre os cinco melhores do ranking nacional.

“No ano passado, eu era o segundo lugar no ranking da minha categoria e defendi a Seleção no Grande Prêmio (GP) Internacional de Atletismo, em Uberlândia (MG), em 2014, numa convocação direta”, explicou Jander Nunes.

Afastado dos treinos devido a lesões no ombro esquerdo e no cotovelo direito, Nunes espera receber a Bolsa para fazer tratamento médico adequado. “Essa lesão no cotovelo foi no ano passado, se tivesse ganho a bolsa, teria me tratado melhor e poderia ter ido ao Pan-Americano, no Canadá, porque era cotado”, lamentou.

Reprodução D24AM

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