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pavulagem
30/08/2018 às 18:10 h

Pavulagem Cirandeira: Nas terras de Manacá...

Foto: Reprodução/Facebook.
Foto: Reprodução/Facebook.

“Brilham os fogos os tambores vão rufar”. Essa foi a primeira cirandada que ouvi quando, meio que errante, cheguei à ‘Princesa do Solimões’ num ano em que o festival tinha um grande apoio.

Hoje, após 18 anos, atrevo-me a escrever um pouco sobre essa festa. E claro que não sei de tudo e nem tenho a pretensão de saber mais que uma de minhas filhas – que tem a miscigenação de mura e parintintin.

Às portas de mais um festival, festa lapidada pela gente boa que uniu a ciranda de roda de Tefé a influências da Ilha de Tupinabarana, é visível a identidade dada  à sua própria brincadeira que, degrau a degrau, figura entre os grandes movimentos culturais da Amazônia.
 
Neste final de semana, Manacapuru eleva mais uma vez a sua brincadeira cultural, fincando a raiz da matiz de sua flor, sob o olhar enigmático  do seu povo Mura, para mostrar o brilhantismo tradicional que coroa sua Princesa como cultura da Amazônia.

Grato, Manacapuru, por tantos ímpares momentos. Aquela que considero como "a namorada que nunca se esquece". Nas terras de Manacá, vamos brincar. Vamos cirandar!

Roberto Angelo - Simples Parintinense
betoangelo.10@hotmail.com

(Salve Beta e Vi, herdeiras da miscigenação)

Nas melhoras baladas