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foradailha
19/02/2019 às 19:09 h

SEC abre ao público novas exposições em fevereiro

Mostras serão exibidas em diferentes espaços culturais

Foto: Selma Maia/Divulgação SEC.
Foto: Selma Maia/Divulgação SEC.

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) abre quatro novas exposições este mês. As mostras ficam disponíveis ao público até o fim de junho, com entrada gratuita, em diferentes espaços administrados pelo Governo do Amazonas.

A partir desta terça-feira (19/2) já estará aberta para visita a exposição “Novamao”, que segue até 26 de maio, no Centro Cultural Palácio Rio Negro (avenida Sete de Setembro, 1546, centro).  A mostra conta com 19 obras, de seis artistas locais da nova geração: Caroline Sheik, Davi Baima, Juliana Mascarin, Márcio Matias, Natusiela e Willian Sarkis.

De acordo com o diretor de Museus da SEC, Turenko Beça, a secretaria prioriza, nessa mostra, a revelação de novos talentos. “Existem muitos artistas da nova geração produzindo no Amazonas. Ano passado, mais de 300 artistas de 40 municípios tiveram a oportunidade de expor suas obras, a maioria composta por novos talentos’’, explica Turenko.

O público pode conferir a exposição no Palácio Rio Negro, que fica aberto de terça-feira a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos, das 9h às 14h.

Alegria à Flor da Pele - A partir do próximo sábado (23/2) até o dia 26 de abril, a Casa das Artes (rua José Clemente, 564, centro), espaço administrado pela SEC, estará exibindo a exposição fotográfica “Alegria à Flor da Pele”. Com fotografias de Carlos Navarro, Selma Maia, Cleomir Santos e Tácio Melo, a mostra reúne registros dos carnavais de rua de Manaus.

”O fotojornalismo consegue congelar e imortalizar essa festa popular e o momento em que pessoas e ritmos se misturam para viver dias fora da rotina, resgatar partes da nossa história, valorizar as raízes e os talentos artísticos’’, conta Sandra Praia, curadora do evento.

O horário de visitação da Casa das Artes é de terça-feira a domingo, das 15h às 21h. A classificação da exposição é de 16 anos.

A Última Canção - A exposição fotográfica “A Última Canção” ficará disponível a partir dia 26 de fevereiro até 17 de abril, no Museu de Imagem e Som do Amazonas (Misam), localizado no Palacete Provincial (Praça Heliodoro Balbi, centro), prédio histórico do Governo do Estado.

A mostra é inspirada na história da violinista Ária Ramos, que morreu após ser atingida por uma bala perdida, durante um baile de Carnaval no Ideal Clube, em 1915. Nas fotos, Ária é representada pela modelo Gabriella Nunes, em imagens registradas pelos fotógrafos Cecy Procópio, Tácio Melo, Thaís Tabosa e Rodrigo Tomzhinsky. Os momentos, abordados de forma poética, são a vida, o talento e a morte de Ária.

De acordo com Tácio Melo, fotógrafo e idealizador da exposição, o projeto começou a ser concebido em 2012. “A ideia inicial era de produção de um curta-metragem com o título ‘A Última Valsa’. Porém, por ser um projeto caro para executar na época, criei e dei o título de ‘A Última Canção’, em um formato de ensaio fotográfico, com uma linguagem mais moderna e poética sobre a história da violinista’’, relata.

A exposição teve início em 2016, no Museu do Paço da Liberdade, com o apoio da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Manauscult). A mostra fica disponível para visita durante o horário de funcionamento do Palacete Provincial, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 9h às 14h. A classificação é livre.

Lugares Que o Dia Não Me Deixa Ver – Do dia 28 de fevereiro até o dia 30 de junho, o Centro Cultural Usina Chaminé (avenida Lourenço da Silva Braga, centro), da SEC, estará com a exposição “Lugares Que o Dia Não Me Deixa Ver”, composta por 12 imagens de Ruth Jucá.

A exposição retrata o projeto de mesmo nome, desenvolvido por João Fernandes, diretor da Companhia de Ideia, e que consistiu em iluminar os prédios históricos abandonados para promover apresentações artísticas nesses locais, chamando a atenção para o problema. “O projeto surgiu a partir de João Fernandes ao ver o abandono dos patrimônios públicos sendo destruídos pelo tempo”, destaca Ruth Jucá.

O horário de visitação da Usina Chaminé é de segunda-feira a sábado, das 9h às 17h, e a classificação da mostra é livre.

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