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nailha
05/07/2018 às 17:19 h

Revolução da Arte conduz Caprichoso na 3ª noite


O Caprichoso fechou a 53ª edição do Festival Folclórico de Parintins, mostrando que tem sede de bicampeonato. ‘Arte, revolução pelo saber popular’ concluiu a tríade do boi da estrela que visa a conquista do título.

O apresentador Edmundo Oran surgiu no meio da galera enquanto que, na arena, o levantador de toadas David Assayag iniciou a trilha da noite com ‘Maria, Maria’, ao lado da cantora Mara Lima e a participação da ex-cunhã poranga Daniela Assayag. A arena era tomada por grupos folclóricos, em preparação de uma festança multicultural. 

Marcante figura típica regional, a Cabocla Artesã ganhou um retrato vivo. Os personagens do Auto do Boi prenunciaram a sinhazinha da fazenda Valentina Cid. Transmutada, a alegoria confeccionada pelos artistas Makoy Cardoso e Glemberg Castro foi palco da exaltação folclórica e prestou homenagem aos artistas envolvidos no boi de arena.

A porta-estandarte Marcela Marialva chegou pelos ares, numa borboleta, e inovou mais uma vez. O pavilhão revelou a imagem de Nossa Senhora do Carmo, Padroeira de Parintins.

Boto Romanceiro – Uma das lendas mais conhecidas do saber popular, o Boto protagonizou o momento de mistério e sedução, pela alegoria de Márcio Gonçalves, e revelou a rainha do folclore. Brena Dianná se despediu do item, que defendeu por dez anos, e foi tomada de emoção.

Boitatá – Um módulo alegórico gigantesco, repleto de chamas, impressionou na arena a galera azul no Bumbódromo. Obra-prima do artista Juarez Lima, a ‘Lendária Boitatá’ surpreendeu e presenteou o público com a aparição da cunhã poranga Marciele Albuquerque.

Ritual – O ápice do espetáculo azul e branco foi o Ritual de Transcendência Makurap. Mais uma alegoria de grandes dimensões e impacto visual, que trouxe o pajé Netto Simões.

A galera do boi Caprichoso entoou o grito de ‘bicampeão’ ao final do espetáculo.

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