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Exaltando as origens, Boi Caprichoso abre o Festival de Parintins 2026

Subtema “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem” foi o primeiro ato do espetáculo azul e branco no Bumbódromo

 

O Boi-Bumbá Caprichoso abriu oficialmente o 59º Festival Folclórico de Parintins, na noite desta sexta-feira (26). No primeiro dos três espetáculos, “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem”, o touro negro trouxe leveza à arena do Bumbódromo, revisitando suas raízes e exaltando personalidades de sua história.

Dos ares, o Boi Caprichoso trouxe o Apresentador Edmundo Oran e o Levantador de Toadas Patrick Araújo, acompanhados de Pai Francisco e Catirina, ao coro uníssono da galera azul e branca com a toada “Brinquedo que canta seu chão”.

Um grande tablado destacou as performances dos itens azulados aos jurados. O Amo Caetano Medeiros fez seu primeiro verso, sucedido do boi preto, que evoluiu ao som de “Málúù Dúdú”, tornando a arquibancada um grande céu estrelado para saudar o protagonista da festa. O ex-amo Rei Azevedo e o músico Silvio Camaleão, primeiro a gravar o charango em toadas, foram homenageados no palco.

Primeiro momento alegórico da noite, a Figura Típica Regional exaltou o brincador de boi, com crianças da Escola de Artes caracterizadas como itens, homenagem à Confraria Calçada da Fama e o tradicional Boi de Rua, com personagens históricos. A alegoria trouxe a Porta-Estandarte Marcela Marialva numa estrela e um gigante Caprichoso trouxe a Sinhazinha da Fazenda Valentina Cid que, no tablado, flutuou com efeitos especiais, levantando a galera em surpresa e euforia.

A Lenda Amazônica “Cobra Grande – A Deusa da Encantaria” trouxe a Cunhã Poranga Marciele Albuquerque, numa aparição monumental. O momento coreográfico trouxe curupiras descendo em cordas até a arena tomada de dança e movimentos. O Monstro Correntão trouxe a Rainha do Folclore Cleise Simas.

O rito sateré-mawé Wat’Amã trouxe à arena uma gigantesca alegoria, repleta de luzes, movimentos e ancestralidade, revelando o Pajé Erick Beltrão.

Texto e fotos: Roger Matos/Agência Breves de Comunicação

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