Maria do Carmo pede investigação do MPE sobre suposta distribuição irregular de cestas básicas no Amazonas
A pré-candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), protocolou uma denúncia na Procuradoria Regional Eleitoral do Amazonas (PRE-AM) pedindo apuração sobre uma suposta distribuição irregular de cestas básicas que teria ocorrido após um evento político ligado ao grupo do governador Roberto Cidade (União).
Segundo a pré-candidata, imagens divulgadas pela imprensa e nas redes sociais mostram a entrega de cestas básicas em circunstâncias que, na avaliação dela, precisam ser investigadas pela Justiça Eleitoral. Maria do Carmo também afirma que há registros de um veículo vinculado à Polícia Militar nas imagens, fato que merece esclarecimentos.

“É grave! Muito grave! Um assunto que pode ter consequências seríssimas na Justiça, nos próximos dias”, afirmou.
Para Maria, as denúncias reforçam a necessidade de fiscalização antes mesmo do início oficial do período eleitoral. “O período eleitoral ainda nem começou, mas notícias da imprensa dão conta que a velha política – que agora tenta se fantasiar de novidade – já começou a fazer campanha suja”, declarou.
Maria do Carmo questionou a presença de estruturas públicas em imagens relacionadas ao episódio. “Até um veículo registrado em nome da Polícia Militar aparece nos registros. Que história é essa? Desde quando programa social, estrutura pública e evento político podem aparecer na mesma fotografia?”, questionou.
Noticia de Fato
A pré-candidata informou que levou o caso ao Ministério Público Eleitoral para que os fatos sejam apurados pelas autoridades competentes.
“É inaceitável que a velha política ainda ache que não existe Justiça em nosso Estado. Existe, sim! Por isso, protocolei nesta semana uma denúncia na Procuradoria Regional Eleitoral do Amazonas”, disse.
Maria do Carmo ressaltou que não faz acusações definitivas e defendeu que a investigação esclareça os fatos. “Eu não estou aqui para dar sentença. Quem faz isso é a Justiça. Mas também não vou assistir a tudo isso em silêncio”, afirmou.
NOTICIA DE FATO_INICIAL-SIGILO
Ela acrescentou que eventuais irregularidades precisam ser apuradas e que quem atua dentro da legalidade não deve temer investigações. “Quem age corretamente não tem medo de investigação. Mas, se alguém estiver transformando a necessidade do povo em instrumento político, isso é um desrespeito com quem mais precisa”, declarou.
“Eu não vou fechar os olhos. Nem vou fingir que não vi. A política do medo acabou. A política do favor tem que acabar. Agora é a Justiça que vai dizer a verdade. E eu vou continuar fazendo aquilo que muita gente desaprendeu: denunciar, fiscalizar e defender o povo do Amazonas”, finalizou a Professora Maria do Carmo.
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Foto: Assessoria MC
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