Boi Caprichoso celebra retomada das tradições na segunda noite do Festival
O Caprichoso abriu a segunda noite do 58º Festival Folclórico de Parintins, neste sábado (28), levando à arena do Bumbódromo “Kizomba: a retomada pela tradição”, fortalecendo a importância dos povos tradicionais da Amazônia.
Uma grande caravela trouxe em seu mastro a estrela da festa – o Boi Caprichoso – que evoluiu com a toada “Málúù Dúdú”.
A Figura Típica “Marandoeiros e Marandoeiras da Amazônia” foi o primeiro cenário alegórico da noite, exaltando os cantadores de histórias, que passam a cultura pelas gerações através da oralidade. Dona Siloca, Adolfo Lourido, Julita Cid e Mestre Waldir Santana foram algumas das personalidades homenageadas. A alegoria revelou a Sinhazinha da Fazenda e o Boi Caprichoso.
Içada por um guindaste, surgiu a Porta-Estandarte Marcela Marialva para sua evolução na arena. A seguir, a exaltação cultural trouxe “Kizomba” para o povo negro festejar. O momento foi sucedido pelos versos do Amo do Boi Caetano Medeiros e a evolução da vaqueirada.
A lenda amazônica “Sacaca Merandolino: o encantador de Arapiuns” revelou à arena A Rainha do Folclore Cleise Simas.

Para fechar a noite, o ritual indígena “Musudi Munduruku, a retomada dos espíritos” trouxe o Pajé Erick Beltrão no comando da cerimônia.
Texto e fotos: Roger Matos/Folha de Parintins









