Guerreiros Mura mergulha na ancestralidade Apurinã na segunda noite do Festival de Cirandas
Com o tema “Ykawarú: A cosmogonia do bem e do mal Apuricá”, a ‘ciranda do povão’ levou cores e vibração à arena do Parque do Ingá
A Ciranda Guerreiros Mura apresentou seu espetáculo neste sábado (29) na segunda noite do 28º Festival de Cirandas de Manacapuru – distante 84 quilômetros de Manaus –, no Parque do Ingá. Com o espetáculo “Ykawarú: A cosmogonia do bem e do mal Apuricá”, a ciranda do bairro Liberdade envolveu o público na atmosfera de ancestralidade do povo Apurinã, com muito brilho e elementos cênicos tradicionais e inovadores em equilíbrio.
Nas arquibancadas, a Nação Guerreirense se conectou ao espetáculo de arena com grande participação e impacto visual vibrante. Ao final da apresentação, a torcida demonstrou confiança na conquista do título do Festival em 2026.
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Encerramento – Neste domingo, a Ciranda Tradicional encerra o 28º Festival de Cirandas de Manacapuru, levando à arena do Parque do Ingá o tema “Terricídio: Quando a Terra Enfrenta o Genocídio”, propondo uma reflexão sobre os impactos da destruição da Amazônia a resistência dos povos que combatem os crimes ambientais.
Disputa – As três cirandas, a comissão organizadora do Festival e autoridades de segurança decidiram em comum acordo que Guerreiros Mura e Tradicional disputarão o título do 28º Festival de Cirandas de Manacapuru.
A Flor Matizada receberá certificação hors-concours – a lilás e branco se apresentou apenas de maneira simbólica, devido ao acidente fatal que vitimou Jone Salgado Martins, conhecido como ‘Nico’, durante trabalho de montagem do cenário alegórico.
A apuração das notas está prevista para segunda-feira (31).
Agência Breves de Comunicação
Texto e fotos: Roger Matos

